PF apreende R$ 200 mil com empresário investigado por receber carga milionária de cigarros falsos em SP
Polícia Federal investiga venda de cigarros falsificados no interior de SP Divulgação/Polícia Federal A Polícia Federal cumpriu dois mandados de busca e ap...
Polícia Federal investiga venda de cigarros falsificados no interior de SP Divulgação/Polícia Federal A Polícia Federal cumpriu dois mandados de busca e apreensão em São José do Rio Preto (SP), nesta sexta-feira (13). A ação contou com equipes da polícia de Cruzeiro (SP) e é parte de uma investigação contra a venda de cigarros falsificados no interior do estado. Segundo a Polícia Federal, o alvo das buscas desta sexta-feira é um empresário de São José do Rio Preto. Houve apreensão de R$ 200 mil em espécie nos endereços ligados a ele. O empresário é suspeito de ser o receptor de uma carga de 200 mil maços de cigarros falsos que foram apreendidos em Aparecida (SP), em 2024. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Vale do Paraíba e região no WhatsApp Na ocasião, policiais federais interceptaram um caminhão-baú que transportava 400 caixas com os cigarros na rodovia Presidente Dutra. A carga foi avaliada em R$ 1 milhão na época. PRF apreende 400 caixas de cigarro em Aparecida; carga é avaliada em R$ 1 milhão A partir da apreensão, a PF descobriu que a carga havia saído de uma fábrica clandestina de Paty do Alferes, cidade do Rio de Janeiro. A fábrica foi fechada após a descoberta. Em seguida, as investigações mostraram que os cigarros seriam levados a São José do Rio Preto, onde a operação foi deflagrada nesta sexta-feira. Houve apreensão de dinheiro durante as buscas. "Durante as apurações, foi constatado que uma carga de, aproximadamente, 400 caixas de cigarros, apreendida pela Polícia Rodoviária Federal na cidade de Aparecida/SP, havia saído de uma fábrica clandestina posteriormente fechada em ação policial. A carga ilegal teria como destino à cidade de São José do Rio Preto/SP", afirmou a PF. Caso as suspeitas sejam confirmadas, os investigados vão responder por associação criminosa e por crimes contra a ordem tributária. Somadas, as penas podem chegar a 16 anos de reclusão. Apreensão de dinheiro em operação da PF contra venda de cigarros falsificados Divulgação/Polícia Federal Veja mais notícias do Vale do Paraíba e região bragantina